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O show da Super-21 espanhola

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Ver a seleção espanhola sub-21 jogar nessa Eurocopa é pura diversão.

Terça-feira a Espanha alcançou a terceira final nas últimas quatro edições da competição depois de atropelar a Itália (3-1), com direito a um hat-trick do meia Saúl, do Atlético de Madrid, e um espetáculo de canetas e ovinhos do volante Dani Ceballos, da base do Betis.

Saúl (Atlético), Asensio (Real), Deulofeu (Milan), Bellerín (Arsenal)... Que timaço!

Difícil encontrar um rival no mundo com tantos jogadores dessa idade que são estrelas em clubes de tão alto nível.  

Isso sem contar os garotos que antes mesmo do Europeu já estava na mira de um gigante europeu:

Ceballos, dizem, já tem acordo com o Real Madrid há algumas semanas;

Vallejo e Marcos Llorente, emprestados pelo Real ao Eintracht e Alavés, serão repatriados;

Sandro, atacante do Málaga, está no meio de uma briga de foice entre Atlético de Madrid e Tottenham;

É questão de tempo para que Iñaki Williams, na agenda do Bayern, também vá embora do Athletic. 

Os melhores, sem dúvida, são Saúl e Asensio, do Atleti e Real.

O segundo, já vimos brilhando na Champions.

Mas o primeiro só vemos todo o potencial na seleção, onde joga com mais liberdade, pq no sistema do Simeone ele fica muito preso às funções táticas.

Na seleção vemos porque esse moleque tem potencial pra ser um dos 5 melhores e mais completos centrocampistas do mundo.

Marcou em todos os jogos da Espanha nessa Eurocopa e ontem meteu três golaços.

A seleção espanhola sub-21 mudou oficialmente de apelido: deixou de ser La Rojita para ser a Super-21!

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